O mal nunca é necessário

Por Nina Rosa

Nem sempre refletimos sobre as conseqüências de nossos atos. Ao optarmos por comer um prato com carne, em geral não associamos essa escolha à morte de um animal, condenado por nós.
Ao pagarmos para que outros executem sua morte, nem sempre lembramos que assim sustentamos uma indústria que lucra com a prática da violência.

Mas a violência começa bem antes da morte, e muito sofrimento está incluído naquela nossa decisão.

Se o modo como vivem e morrem os animais "de criação intensiva" fosse revelado ao grande público, certamente muitos ficariam indignados e enojados ao perceberem que eles próprios estão promovendo tanto sofrimento.

Os porcos, por exemplo, são originalmente animais alegres, companheiros, brincalhões e inteligentes. Quando em liberdade, formam grupos sociais estáveis, constroem ninhos comunitários, defecam em áreas apropriadas – bem longe dos ninhos, e são ativos, passando a maior parte do dia fuçando nas proximidades da mata. Quando as porcas estão prestes a parir, saem do ninho comunitário e escolhem local para construir o ninho, onde cavam buraco e o forram com grama e galhos. Ali parem e vivem por cerca de nove dias, até que elas e os leitõezinhos voltam a se reunir ao grupo.

Confinados pela "indústria do porco", as porcas reprodutoras pesando mais de 100 quilos ficam confinadas em baias com pouco mais de 60 cm de largura, com piso de cimento, cercadas de barras metálicas, durante até 4 anos, em sucessivas gestações. Mal conseguem se mover. Assim que parem, seus filhotes são retirados delas. Frustradas, deprimidas, impotentes, fora do alcance de ajuda, esquecidas pelo mundo, a não ser pela sua carne.

Ao optarmos por participar dessas crueldades, estamos praticando violência tão nefasta quanto a que criticamos e repudiamos nos noticiários.

Lembrando que o mal nunca é necessário, entre ter compaixão ou provocar dor, o que você escolhe?





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Resposta a uma pergunta realizada em nosso perfil no Orkut:

PERGUNTA:
"Se Deus não queria que comêssemos os animais, por que Ele os fez de carne?"


Deus não só fez os animais de CARNE como os tornou SENCIENTES, ou seja, dotados de sentidos (visão, audição, paladar, olfato e tato), sentimentos, temperamentos, inteligência e instintos, dando a eles a capacidade de sentirem dor ou prazer, felicidade ou tristeza, solidão ou acolhimento, êxtase ou depressão, deu a percepção de segurança ou de perigo.

Também os dotou da capacidade de se reproduzirem, de constituírem famílias, comunidades e sociedades, deu a eles também necessidades como liberdade, socialização, nutrição e integridades física e moral.

Bem, acreditamos que Deus os fez dessa forma porque queria que os animais da espécie humana pudessem perceber que os animais não humanos também são seus semelhantes, como podemos ver pelas características descritas acima.

Nós, os humanos, no aspecto geral, somos os animais mais evoluídos, e por isso Deus nos dotou de LIVRE ARBÍTRIO, nos dando grandes responsabilidades sobre nossos atos, nós podemos subjugar ou proteger, escravizar ou libertar, mutilar ou garantir a integridade física, humilhar ou dignificar, matar ou deixar viver.

E como hoje sabemos que não precisamos nos alimentar de nada de origem animal (carne, leite, mel, etc.) para termos uma alimentação balanceada, nutritiva e saudável, como afirma a Associação Dietética Americana – ADA.
http://www.eatright.org/Media/content.aspx?id=1233&terms=vegetarian


Então, a questão deixa o campo das NECESSIDADES e passa para o campo dos PRAZERES, permitindo as seguintes perguntas:

- A condição de sermos uma espécie mais forte e ou mais inteligente que os outros animais nos dá o DIREITO de subjugá-los a nossos interesses ao custo de tanto sofrimento?

- A tradição, a cultura ou a religiosidade são JUSTIFICATIVAS MORAIS para que os humanos promovam tanta crueldade contra os animais?

- É ÉTICO que só pelo prazer de degustarmos a carne de cadáveres de animais ou suas secreções como o leite, impormos a esses seres, desde suas concepções, a condenação de escravidão, mutilações, humilhações, torturas e morte?

"Os animais do mundo existem para os seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, da mesma maneira que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens."
Alice Walker

Deus nos deu a liberdade de escolhermos entre o justo e o injusto, o moral e o imoral, o ético e o não ético, o caminho estreito ou o largo.

P.S.: A verdade é uma busca, Deus é uma busca, mas onde está a bússola?





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Curso de Biocosmeticos Caseiros Naturais


Ecologia Interior e Autogestão com a Fitoterapia

Um curso prático que realiza confecção de cosméticos naturais e produtos de limpeza como xampus, condicionadores, desodorantes, hidratantes, desinfetantes, detergentes, entre outros, utilizando como matéria prima ervas medicinais, frutas, sementes, óleos e essências medicinais.

Amplia o auto-conhecimento com liberdade de escolha e preparo dos elementos de higiene pessoal e dos produtos de limpeza para casa. Mostra pela Ecologia Interior como buscar a autogestão dentro de famílias e grupos de trabalho para vivência harmônica com o ambiente, utilizando de forma consciente e sustentável os recursos naturais do planeta.

Temas trabalhados:

1) História da Fitoterapia;
2) Os Elementais da Natureza;
3) Plantas de Poder e o Poder das Plantas;
4) Teoria das 5 Peles;
5) Ecologia Interior;
6) Liberdade e Autogestão;
7) Prática com os Fitocosméticos e os Produtos Naturais de Limpeza.

Cosméticos confeccionados:

Xampus; Condicionadores; Desodorantes e Talco para os pés; Hidratantes e Protetores Solar; Pasta de Dente; Repelente. Detergente; Sabão e Sabonete Líquido; Desinfetante; Lava-roupas.

Data: 14 de novembro
Horário: 09h30 até 18h00, com intervalo ao meio dia para saborearmos um delicioso almoço vegetariano!

Local: Restaurante Vegetariano Govinda
Travessa Padre Prudêncio, 166 - entre Ó de Almeida e Manoel Barata

Investimento: 70 reais (incluso almoço, materiais para prática e apostila)

Inscrições: 3224-9718 - apenas 20 vagas!

Focalizador: Rafael Ninno Muniz
rafael@energialudica.org
http://rafael.energialudica.org/
(91) 8184-1955 Belém do Pará
(49) 9997-7540 Santa Catarina

Rafael Miri~ Ninno Muniz
rafael.energialudica.org

Instituto Energia Lúdica
http://www.energialudica.org/

Arch Linux user # 472891
http://www.archlinux-br.org/

"Há seres-humanos que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.

Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.

Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido..."

Confúcio

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Consumo de leite por vegetarianos

por Flávio Oliveira

Abster-se do ato de tomar leite para um vegetariano pode ser tão difícil quanto à abstenção das carnes para um onívoro.

Para um onívoro imaginar sua rotina alimentar sem as carnes, parece um grande sacrifício, seja pela sua adaptação ao paladar das carnes, seja pela facilidade de acesso a alimentos a base de carnes, seja porque sua roda social é onívora e se confraternizam ao redor das carnes, seja por tradições culturais e ou religiosas, etc.

Para um vegetariano também é difícil imaginar a transição ao veganismo, muitas vezes por fatores semelhantes aos dos onívoros.

Logo, podemos e devemos entender a dificuldade de alguns vegetarianos em iniciarem a transição ao veganismo, porém o que não podemos confundir é a atitude de tomar leite com uma “opção individual”, assim como a maioria dos onívoros faz em relação ao ato de comer carnes.

Acima de tudo o debate acerca do consumo de leite é um debate ético, que diz respeito à questão do abolicionismo animal e do direito animal.

Assim como é contraditória a situação de ambientalistas que continuam a serem onívoros, mesmo após estarem cientes dos impactos ambientais provocados pela produção de carne animal para a alimentação humana, pior é quando também estão cientes da desnecessidade das carnes para a nutrição e para plena saúde humana, sem falar que já é do senso comum o conhecimento da crueldade e do sofrimento impostos aos animais antes e durante o abate para alimentação humana.

Vegetarianismo = Ambientalismo da boca pra dentro.

Da mesma forma é contraditória a situação dos abolicionistas animais, que não estabelecem ou iniciam um plano de transição ao veganismo, mesmo após estarem cientes que a produção de leite para o consumo humano é mais cruel para as “vacas leiteiras” que para os chamados “bois de corte”.

Mesmo que no final os dois tenham o mesmo destino, o abatedouro, os bois, apesar de todos os maus tratos, ainda vivenciam um ensaio de liberdade nos pastos da Amazônia desmatada.

Já as vacas, vivem enclausuradas em ambientes artificiais que são verdadeiros focos de vírus e bactérias em constantes mutações, são mães que na maioria dos sistemas de produção nunca verão seus filhotes, que virarão “baby bife”, suas tetas são sugadas por máquinas de ordenhas e junto com o leite, literalmente, também são sugadas as vidas desses seres, pois uma vaca em condições e ambiente natural produziria até 10 litros de leite/dia e viveria em média até 20 anos, nas condições impostas a elas chegam a produzir 60 litros de leite/dia e chegam a viver apenas até 6 anos.

Veganismo = Abolicionismo da boca pra dentro.


Texto também publicado no Vista-se.

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SEMANA VEGETARIANA DE BELÉM

VEM conhecer o vegetarianismo! DIA 3 e 4 de Outubro de 2009


PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA DE DOCUMENTÁRIOS

  • Documentário: "A carne é fraca"
    Saiba os impactos do ato de comer carnes para a sua saúde, para os animais e para o planeta.
    Sábado, dia 03/10, às 15h30 - no Memorial dos Povos

  • Documentário: “Olhe nos Olhos”
    Trata da destruição dos ecossistemas, Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, e dos impactos dos alimentos a base de carnes em nossa saúde.
    Sábado, dia 03/10, às 17h30 - no Memorial dos Povos

  • Encontro Vegetariano na Praça da República
    Na Barraca do VEM, na praça da República, na osvaldo cruz em frente a Rua Frei Gil.
    Domingo, dia 04/10, a partir das 9h00



Informação: 91019198 (karla)/ 8134-5072 (Flávio)/ 8148-9056
Email:
vem.amazonia@gmail.com

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Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais


Os Recifes de Coral, um dos ecossistemas mais frágeis e ameaçados do planeta, vêm recebendo atenção especial do Governo Federal. Diversas ações e projetos são desenvolvidos desde 2000, quando se iniciou o mapeamento dos recifes rasos do Brasil, como o Programa Nacional de Monitoramento dos Recifes de Coral, e ainda, projetos de conservação desses ecossistemas como o Projeto Recifes Costeiros e o Projeto Coral Vivo.

A Lei de Crimes Ambientais imputa uma pena de 1 a 3 anos de detenção a quem lança detritos, fundeia sobre ou explora sem a devida Licença Ambiental ou em desacordo com esta (Inciso II do Art. 33 da Lei Federal 9.605/98). Além da detenção, o infrator será multado em R$ 500,00 (quinhentos reais) a R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais), com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais) por quilo ou espécime do produto, conforme o Artigo 39 do Decreto Federal 6.514/2008.

No intuito de esclarecer melhor a sociedade sobre a importância desses ecossistemas e a disseminação de regras de conduta ao visitar esses ambientes, foi lançada em 2001 a Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente e que conta com diversos parceiros ao longo do litoral nordestino.

Veja detalhes da campanha no site: http://www.mma.gov.br


Fonte Ecodebate

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Barraca do VEM

vegetarianosemmovimento.gmail.com

BARRACA DO VEM

Informações sobre Direito Animal, Vegetarianismo e Veganismo;
Artigos vegetarianos como livro de receitas, camisas e botons;
Pratos Típicos e Lanches à moda Vegetariana.

Aos Domingos na Pça da República de 9h às 13h
Próximo ao Anfiteatro da Praça,
 de frete para a Rua Osvaldo Cruz.

 


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Dieta saudável e responsável ajuda o meio ambiente


Por Henrique Cortez, do Ecodebate.

Estudo constata que uma dieta saudável e um regresso à agricultura tradicional podem ajudar a reduzir o consumo de energia e de alimentos nos EUA.


Estima-se que 19 por cento do total da energia utilizada nos EUA é consumida na produção e distribuição de alimentos. A energia norte-americana é, majoritariamente, de origem fóssil, cada vez mais cara e escassa, além de ser a principal fonte de emissão de carbono nos Estados Unidos.

No estudo “Reducing energy inputs in the US food system“, publicado na revista Human Ecology, David Pimentel e seus colegas da Universidade de Cornell, em Nova York, apresentam uma série de estratégias que poderiam cortar o consumo de energia fóssil utilização na produção e distribuição de alimentos em 50%.

O primeiro argumento é que as pessoas comam menos, especialmente considerando que o americano médio consome um número estimado de 3747 calorias por dia, contra um consumo recomendado de 1200-1500 calorias. A alimentação do americano médio, é, tradicionalmente, baseada em dietas com quantidades elevadas de produtos de origem animal e de alimentos processados, que, pela sua natureza, utilizam mais energia do que a necessária para a produção de alimentos, como a batata, arroz, frutas e legumes.

Só pela redução de consumo de produtos de origem animal já teria um enorme impacto sobre o consumo de combustível, bem resultaria na melhora da sua saúde.
Outras economias são possíveis na produção de alimentos. Os autores sugerem que se produzam no sentido mais tradicional, a agricultura biológica ou agroecológica, métodos mais convencionais, que demandam menos energia. A seleção de culturas mais eficientes também reduziria a utilização de adubos e pesticidas, aumentando da utilização de estrume e observando as rotações de cultura, para a melhoria da eficiência energética.

Por último, as alterações dos métodos de processamento de alimentos, embalagem e distribuição também poderão ajudar a reduzir o consumo de combustível. Um produto processado, do campo ao consumo, percorre uma média de 2400 km antes de ser consumido.

Este estudo defende veementemente que o consumidor está na posição central para uma redução da utilização de energia. Como indivíduos, ao abraçar um estilo de vida “ecológico” , com a tomada de consciência das suas escolhas alimentares, podemos influenciar os recursos energéticos. Para isto basta comprar produtos locais e evitar alimentos processados, embalados e de qualidade nutricional inferior. Isto levaria a um ambiente mais limpo e a uma saúde melhor.

Estas concluões são verdadeiras para os EUA tanto quanto para o Brasil.

1. Pimentel D, Williamson S, Alexander C E, Gonzelez-Pagan O, Kontak C and Mulkey SE (2008). Reducing energy inputs in the US food system. Human Ecology: DOI 10.1007/s10745-008-9184-3.

Como informação complementar, destacamos que estas conclusões reforçam os conceitos mais recentes incorporados pela FAO à definição de segurança alimentar, neste caso entendida como “o estado existente quando todas as pessoas, em todos os momentos, têm acesso físico e econômico a uma alimentação que seja suficiente, segura, nutritiva e que atenda a necessidades nutricionais e preferências alimentares, de modo a propiciar vida ativa e saudável”.

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Circo legal não tem animal!

Clique na imagem para ver ampliada

"Foi aprovado por unanimidade, pela Comissão de Educação e Cultura Federal (CEC), o substitutivo do Projeto de Lei N° 7291/2006, que proibe o uso de animais em circos em todo o país. Esta conquista da defesa animal é parcial. Ainda estamos ativos, pois o projeto segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.


Agradecemos em nome dos animais utilizados em circos a todas as pessoas que se manisfetaram a favor da proibição. A exploração animal tem que acabar. Nós somos os responsáveis por cobrar uma postura ética em relação a todos os animais."

Anúncio veiculado na Revista dos Vegetarianos no mês de Julho.

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ATO PÚBLICO PELA PROIBIÇÃO DO USO DE ANIMAIS EM CIRCOS


Em apoio ao Projeto de Lei FEDERAL 7291 / 2006 - que proíbe animais em circo - que já foi aprovado na Comissão de Educação e cultura e segue agora para a comissão de Constituição e justiça da Câmara dos Deputados, o VEM realizou neste sábado, dia 22 de agosto, a partir das 17h, o ato público na frente do circo Monte Carlos, na entrada do parque de exposições do entroncamento para exigir que o circo adira ao projeto de lei e moralize suas apresentações, DEIXANDO DE USAR ANIMAIS e assim valorizar o trabalho artístico humano em vez do trabalho escravo dos animal.

Na manifestação houve panfletagem e gritos de ordem contra o circo; - Circo legal, não tem animal. Não houveram tentativas dos membros do circo, para acabar com a manifestação. Tudo correu na mais perfeita paz e harmonia.


No megafone, foram feitos vários discursos de conscientização da população que aguardava na fila do circo para assistir o espetáculo e para as pessoas que saiam das sessões.

Foi ressaltado o sofrimento dos animais que vivem em circos, a retirada da sua liberdade, os maus tratos e o stress em que vive o animal que passa a vida inteira da jaula para o palco do circo; a desvalorização dos artistas circenses, que perdem espaço nas apresentações, pois as pessoas sempre preferem ver os animais exóticos do circo e a solicitação de apoio ao muito bem vindo projeto de lei federal 7291/06 que proíbe os animais em circos.


Depois que o publico da ultima sessão entrou, saímos do circo e fomos para o sinal bem em frente. Ai foi o SE VIRA NOS 30. Durante os trinta segundos do sinal vermelho, enquanto dois ativistas encenavam a morte, representada pelo Jairo, correndo atrás do macaco, representada pelo Flávio, outros ativistas abriam grandes faixas em protesto contra os circos e a Karla, soltava o verbo no megafone. Os ouvintes eram as pessoas dos carros, ônibus, bicicletas e pedestres que passavam.


Já é tempo de mudar, não somos mais tão inocentes, sabemos do horror que é encerrar um animal numa jaula, basta que mentalmente nos coloquemos no lugar deles, por isso. CIRCO LEGAL, NÃO TEM ANIMAL! É libertando que nos libertamos!


"Não basta boicotar, tem que protestar, pois se você não é parte da solução é porque é parte do problema"

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BICICLETADA BELÉM

post by Karla Ataíde


Neste sábado, dia 27 de junho, a BICICLETADA BELÉM vem com tudo, reunindo mais de 25 pessoas com a concentração às 15:30 no mercado de São Brás. Esta bicicletada, contou com a participação da VEM, Vegetarianos em Movimento, grupo ambientalista, sendo de extrema importância esse tipo de parceria, já que para os ambientalista praticantes do ecovegetarianismo, não basta apenas o não consumo de carne, a coerência ambiental transcende todos os aspectos da vida prática. As ações por um mundo melhor, devem ser conjuntas .E andar de bicicleta é um grande passo nesse contexto, bem como o não consumo de carne ou a diminuição do consumo.

Os cicloativistas começaram a chagar a partir de 15:30 no Mercado de São Brás, onde reuniu aproximadamente 25 pessoas, numero suficiente para formar a Massa Critica necessária. Na concentração foram distribuídos informativos, adesivos e placas para as bikes, e o artista Murilo Rodrigues compartilhou conosco seu projeto "DESLOCAMENTOS", selecionado para realização no Espaço Cultural Banco da Amazônia, como sempre, todos fizeram novos amigos, trocaram email, e números de telefone. As 17 h, quando não faltava mais ninguém, resolvemos dar inicio à bicicletada. Foi discutido o trajeto e foram dadas algumas instruções pelos veteranos. Todos muito felizes seguiram pela José Bonifácio, Duque, Dr. Freitas, Pedro Miranda, Praça Brasil, Senador lemos, Doca, Presidente Vargas, Nazaré, Magalhães Barata e Mercado de São Brás.

No trajeto foram cartadas algumas marchas e gritos de guerra, como a marcha: "O dinheiro do meu pai não é capim, eu ando de bicicleta sim 2x; Eu ando 2x Eu ando de Bicicleta sim"; adaptada do movimento estudantil, que deveria sem duvida lutar por ciclovias e melhores condições de trafego de bicicleta, não apenas por passe livre; outras muito cantadas foram "Se você não é pateta, ande de bicicleta"; "Menos gasolina, mais adrenalina", entre outras.

Nossa biclicletada provocou muitas reações nas pessoas e nos motoristas, algumas pessoas faziam sinal de positivo com a mão e davam um belo sorriso; outras fechavam seus vidros de carro; outras pediam informações, de como poderiam participar; outras pessoas saiam de suas casas pra ver a Massa passando; mas como nem tudo é só flores, ocorreram alguns incidentes, quanto a receptividade das pessoas. Pois, como toda bicicletada, protestamos contra o excesso de carros nas cidades, a mentalidade consumista da sociedade atual e lutamos por melhores condições para os ciclistas, e isso incomoda muitas pessoas, algumas simplesmente respeitam nossa atitude apesar de se sentiram incomodadas, outras buzinam nos seus carros como uma forma de protesto, outras aceleram os motores de seus carros, como se pudessem dizer que são melhores que nós e outras, mais radicais, jogam o carro para cima dos cicloativistas para assustar ou mostrar seu desrespeito. Tudo muito normal, para uma sociedade que tem medo de mudanças e não consegue abrir mão da vaidade de andar de carro, devem se acham pessoas melhores porque estão neles, porém sem generalizações, só para aqueles que demonstraram seu desrespeito por nós. Essas pessoas deveriam saber que lutamos por um mundo melhor, mundo que eles também vivem. Logo, não deveriam jogar pedra em atitudes como a bicicletada.

Chegamos às 19:40 ao Mercado de São Brás, foram ditas algumas palavras, pousamos para uma bela foto, todos se despediram e seguiram para suas casas.

A bicicletada, ocorre sempre no último sábado de cada mês, com concentração às 15:30 no Mercado de São Brás.

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Porque?


"Costumo perguntar às pessoas por que elas têm cabeças de veados na parede. Elas sempre dizem que é porque é um belo animal. Bom, eu acho minha mãe muito bonita, mas apenas tenho fotografias dela."

Ellen DeGeneres, atriz.

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Explosão: só se for de alegria!



"Você tem consciência que ao soltar rojões, bombas e fogos de artifício, aterroriza cães, gatos e outros animais? Eles tem a audição hipersensível e ficam extremamente desorientados com a explosão que esses artefatos produzem.

Muitos deles fogem de seus lares, tentando escapar do barulho e acabam perdidos, feridos e até mesmo morrem devido a atropelamentos e acidentes.

Aproveite as festas juninas para expressar também compaixão e solidariedade pelos animais."

Anúncio veiculado na Revista dos Vegetarianos no mês de Junho.

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Carne, pra que te quero?

"Estamos churrascando o planeta. Esse é o alerta de muitos ambientalistas que propõem a eliminação ou, ao menos, a redução no consumo de carnes nas refeições. A idéia está muito bem exposta nessa notícia da Exame na qual o ex-beatle, Paul McCartney, ativista dessas causas, diz para que as pessoas deixem de consumir bifes às segundas-feiras. Seria o fim do Virado à Paulista nos botecos???

Se a idéia ganhar sustância, sim."

Esse é um trecho de um texto escrito no blog Techboogie, por um onívoro. Sim, ele come carne, mas pelo visto está repensando e nos convidando a repensar esse hábito em virtude da força das ações ambientalistas. Ou será que ele está com medo de perder o churrasquinho do domingo? A conclusão fica com vocês, vale a pena ler.

Leia o texto completo aqui.

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Quercus

A ONG Quercus produziu ótimos videos abordando o tema aquecimento global. São curtos e valem a pena assistir.


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Big arrependimento

"Eu fiz lavagem em crianças, induzindo-as fazer o que é errado. Quero pedir desculpas por ter promovido uma empresa que fatura milhões matando animais".

Geoffrey Guiliano, o ator principal do personagem Ronald MacDonald, nos anos 80, quando pediu demissão e se desculpou publicamente.

Veja mais frases e imagens aqui.

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O pecado da carne

artigo de Tomás Togni Tarquínio, antropólogo e ambientalista.
originalmente publicado no Jornal de Brasília.


No registro sagrado, seria questão de tratar do pecado da luxúria, mas como o registro é profano, o problema é a gula. Rajendra Pachauri, Prêmio Nobel e presidente do Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC), tem razão ao dizer que devemos comer menos carne bovina para conter as modificações climáticas. A criação de animais confinados, junto com as queimadas, são os principais responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa pro-duzidas pelo setor primário. O consumo mundial de carnes passou de 145 milhões de toneladas em 1990 para 272 milhões em 2007. Praticamente dobrou em 15 anos.

A criação intensiva de animais depende da agricultura para alimentar os rebanhos. Essa agricultura, que segue os padrões da revolução verde, é voraz consumidora de matérias e energia, sob a forma de adubos, máquinas, equipamentos e outros insumos. A criação intensiva também exige muito espaço, não para os animais confinados, mas para cultivar os grãos, cereais e forragens que os alimentam. Um terço da superfície agrícola útil do planeta está ocupado por culturas destinadas à alimentação de animais confinados. Mas a Ciência Ecológica nos ensina que os animais, particularmente os mamíferos, são péssimos transformadores de produção primária (vegetal) em produção secundária (animal).

Em outros termos, para se obter um quilo de carne a vaca é preciso alimentá-la com dez quilos de vegetais (matéria seca). Ora, no caso da pecuária intensiva, um quilo de boi é feito com oito quilos de grãos (soja, trigo, milho) e com mais dois quilos de forragens (afinal trata-se de um herbívoro e não de um granívoro ou carnívoro). Além do mais, essas culturas de grãos são exigentes em água. A produção de um quilo de trigo necessita, pelo menos, mil litros de água, ou seja, um quilo de boi alimentado com rações a base de cereais consome, direta ou indiretamente, algo em torno de 10 mil litros de água. Quanto às emissões de CO2, a produção de quilo de carne de boi confinado emite, aproximadamente, 25 quilos de equivalente CO2. Emite a mesma quantidade de gases de efeito estufa do que um carro ao percorrer cem quilômetros.

Por essa razão, alimentar animais com cereais e outros grãos, em vez de capim, que não concorre com cardápio humano, é uma aberração ecológica, e cujos danos ambientais, que ainda não se refletem sobre os preços, já pairam no ar.

Devastamos nossos cerrados e florestas para produzir soja que, ao final, somente 10% será transformada em carne, leite e derivados na Europa e Ásia. Os 90% restantes são dissipados em calor e transformados em um caríssimo estrume. Enquanto que o planeta abriga um bilhão de pessoas subnutridas. A resposta para esse sistema de produção e consumo predatório e desigual somente poderá surgir da Ecologia Política, que no Brasil, infelizmente, ainda é vista como um simples problema de bagres.


Fonte.

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Redes varejistas suspendem compra de carne de áreas devastadas da Amazônia


Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart suspenderam a compra de carnes de 11 frigoríficos apontados pelo MPF (Ministério Público Federal) do Pará como comercializadores de gado criado em área de devastação da Amazônia. Entre eles estão alguns dos maiores frigoríficos do país, como Bertin e Minerva.

Os supermercados resolveram tomar a atitude em conjunto, após a denúncia do MPF e da ONG Greenpeace. Segundo as redes varejistas, a iniciativa inclui a notificação dos frigoríficos, a suspensão de compras das fazendas denunciadas e exigências de guias de trânsito animal anexadas às notas fiscais dos frigoríficos. Matéria de Cristiane Barbieri, da Folha de S.Paulo.

“Como medida adicional, as três redes solicitarão, ainda, um plano de auditoria independente e de reconhecimento internacional que assegure que os produtos que comercializam não são procedentes de áreas de devastação da Amazônia”, afirmaram em comunicado, assinado em conjunto com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

No início do mês, o MPF ajuizou 21 ações civis públicas pedindo indenização de R$ 2,1 bilhões de pecuaristas e frigoríficos que comercializaram animais criados em fazendas desmatadas ilegalmente. Após isso, foram enviadas notificações a 69 empresas que compram insumos dessas áreas da região amazônica.

Leia o artigo completo aqui.

Finalmente é tomada alguma atitude sobre os impactos ambientais da pecuaria. Claro que essa ainda não é a melhor atitude, mas já é alguma coisa, não?!

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Bastidores da aprovação do projeto de lei que proíbe o uso de animais em circos

Por George Guimarães

Escrevemos mais uma importante página de um dos capítulos da defesa animal no país. Na manhã do dia 3 de junho, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade o Substitutivo do Projeto de Lei 7.291/2006, que proíbe o uso de animais em circos em todo o território nacional. Refiro-me a essa vitória como apenas uma das páginas de um dos muitos capítulos porque esse Projeto de Lei ainda está longe de ser aprovado, pois ainda terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados e possivelmente pelo Plenário, seguindo depois para o Senado, onde passará por novas comissões. Ainda assim, a vitória de hoje na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, onde o projeto esteve tramitando por longos dois anos e meio e com isso causando grande apreensão, é certamente um momento determinante.

Leia a notícia completa aqui.

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Poleiro na canela


É de causar revolta. Policiais do aeroporto internacional de Los Angeles, nos Estados Unidos, detiveram um passageiro, depois de acharem suspeito o fato de que penas caíam sobre seus pés, conforme andava. Para a surpresa das autoridades, o homem carregava uma dúzia de minúsculos pássaros amarrados em suas meias. Os animais estavam em pequenos saquinhos de pano e presos às meias por botões.

O “inventor” da barbaridade é Sony Dong, o mesmo que três meses antes havia abandonado, no mesmo aeroporto, uma mala de viagem contendo 18 aves canoras raras.

Os pássaros vieram do Vietnã, onde são vendidos por até 30 dólares (o equivalente a cerca de 64 reais). Já nos Estados Unidos, o valor desses animais pode chegar a 400 dólares (ou cerca de 860 reais).

O homem está preso e as aves, em quarentena, podendo ser doadas a um zoológico.

Fonte.

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Eduardo Fraccarolli exclarece dúvidas sobre vegetarianismo

Dr. Eduardo Fraccarolli Buriola é nutricionista clinico da equipe Marta Rochelle, proprietário da Emporium Alimente e conselheiro nacional da Sociedade Vegetariana Brasileira.

O que é o vegetarianismo?
De acordo com a American Dietetic Association (2003), vegetariana é a pessoa que não consome carne de qualquer espécie (bovina, suína, peixes, mariscos, etc.) ou qualquer produto que a contenha (embutidos, gelatina, caldos de carne, etc.).

Quais são os tipos de vegetarianismos?
A dieta vegetariana pode ser dividida em três principais grupos, que são:

• Ovolactovegetariana: esta é a opção da maior parte dos vegetarianos, a qual restringe apenas o consumo de carnes, aceitando, na sua dieta, todos os alimentos de origem vegetal, laticínios e ovos.

• Lactovegetariana: como o próprio nome já diz, este grupo consome, além de alimentos vegetais, os laticínios, excluindo, portanto, as carnes e os ovos.

• Vegana: dieta baseada exclusivamente em produtos de origem vegetal.

Weinsier (2000) sugere que o termo vegetariano seja substituído na literatura científica por “Plant Based Diet”, ou seja, dieta baseada em alimentos de origem vegetal. Segundo o autor, o termo vegetariano acarreta uma conotação não nutricional e também pejorativa, visto que a dieta exclui um alimento (carne), enquanto que a dieta baseada em alimentos de origem vegetal enfoca os benefícios à saúde demonstrados pela literatura desses alimentos.

É possível alguém ser muito bem nutrido não consumindo carne?
Segundo a American Dietetic Association and Dietitians of Canadá (2003), dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são saudáveis, nutricionalmente adequadas e promovem benefícios à saúde na prevenção e tratamento de certas doenças.

Dietas vegetarianas oferecem vantagens, incluindo menores níveis de gordura saturada, colesterol e proteína animal e maiores níveis de carboidratos, fibra, magnésio, boro, folato, antioxidantes como vitamina C e E, carotenoides e fitoquímicos. Em alguns casos veganos podem ter ligeira deficiência em vitamina B-12, vitamina D (em países onde há pouca incidência de raios solares), cálcio e zinco.

E quanto aos vegans, que não consomem nada de produto animal? Eles conseguem uma alimentação saudável ou ela é deficiente em nutrientes?
A alimentação baseada 100% em alimentos de origem vegetal, ou vegana, pode sem dúvida ser saudável e balanceada, precisando apenas de um maior controle com relação à vitamina B12.

O vegetariano precisa ingerir vitaminas sintetizadas para repor as fornecidas apenas pela carne, como a vitamina B12?
A vitamina B12, ou cobalamina, como também é conhecida, exerce importante papel na manutenção da estrutura do sistema nervoso e na maturação das células sanguíneas. Sendo que a deficiência leva a duas grandes complicações: anemia megaloblástica e neuropatia. Estudos demonstram que os vegetarianos (principalmente veganos) não ingerem B12 suficiente e consequentemente apresentam estado nutricional relativo à vitamina abaixo do recomendado.

Qual a necessidade diária de B12?
Faixa etária Recomendação (mcg)
0 a 6 meses 0,4 mcg
7 a 12 meses 0,5 mcg
1 a 3 anos 0,9 mcg
4 a 8 anos 1,2 mcg
9 a 13 anos 1,8 mcg
14 anos ou mais 2,4 mcg
Gestação 2,6 mcg
Lactação 2,8 mcg

Quem deve suplementar?
• Todas as pessoas acima de 50 anos¹.
• Crianças vegetarianas.
• Gestantes vegetarianas.
• Mulheres vegetarianas que estão amamentando².
• Vegetarianos que consumam pouco ou nada de laticínios e/ou ovos.

¹Devido ao fato de 10 a 30% de toda a população (vegetariana ou não) acima dos 50 anos apresentar alguma deficiência na absorção.
²Apenas a B12 consumida pela mãe é transferida pelo leite materno, ou seja, mães com estoques adequados de B12, mas que não consomem a vitamina durante o período de amamentação, não irão fornecer doses adequadas ao seus filhos.

Como suplementar de forma segura? (converse com seu nutricionista ou médico antes)
• Consumir alimentos fortificados ao longo do dia, que no final forneçam 3 mcg da vitamina.
• Suplemento oral com 5 mcg ao dia.
• Suplemento oral com 2000 mcg por semana.
• Suplementação injetável de 5.000 UI por ano (converse com seu médico).

Como avaliar o estado nutricional relativo à B12?
Converse com seu nutricionista e/ou médico para que solicite os seguintes exames:
• Hemograma.
• B12 sérica.
• Homocisteína.

Por que as pessoas se tornam vegetarianas?

Os motivos que conduzem as pessoas a aderirem ao vegetarianismo são basicamente:

• Ética - não consideram justo matar ou usar outro animal para se alimentar.
• Saúde - julgam que uma alimentação vegetariana ou vegana seja mais saudável.
• Ambiental - acreditam que o consumo de carne e de outros produtos de origem animal seja um dos grandes responsáveis pela destruição de florestas e consumo de bens naturais.
• Religiosa/filosófica - algumas religiões e filosofias pregam que a alimentação ideal seja aquela isenta de carnes.

Os vegetarianos são necessariamente pessoas saudáveis e magras?
Os estudos realizados indicam que, de modo geral, os vegetarianos possuem um índice de massa corporal (IMC) menor, mas não de baixo peso. Além de apresentarem menores taxas de mortalidade para doenças cardiovasculares e também cânceres.

Qual o papel da soja na alimentação do vegetariano?
A soja é vista na dieta vegetariana como um alimento essencial, principalmente pelo seu alto teor proteico, mas não é verdade. Pode-se ter uma dieta vegetariana adequada em todos os nutrientes, incluindo proteínas (aminoácidos), sem o uso desta leguminosa. O seu frequente uso na culinária vegetariana se deve à versatilidade deste alimento, pois temos com ela “carne de soja”, “leite de soja”, requeijão (feito com tofu), etc.

O vegetariano pode ter anemia por sua escolha alimentar?
A anemia é considerada a doença com maior prevalência no mundo, principalmente a ferropriva, que chega a ser responsável por 95% dos casos. Ocorre com mais frequência na população infantil de países em desenvolvimento, mas também em menores proporções em países desenvolvidos, e é inquestionavelmente um problema de saúde pública no Brasil.

A alimentação vegetariana só contém ferro não-heme, o qual sofre maior interação com os demais nutrientes presentes na dieta, tanto para estimular ou diminuir a absorção. Alguns inibidores seriam: os fitatos, fosfatos, polifenólicos, tanitos, ácido oxálico, cálcio, chás. Em contrapartida, substâncias como ácido ascórbico, álcool, cisteína e peptídeos contendo cisteína, produtos fermentados de soja e carne aumentam a absorção do ferro não heme.

Entretanto os estudos demonstram que a incidência de anemia na população vegetariana é similar à incidência nas populações não vegetarianas.

Que doenças o vegetarianismo pode trazer?
O vegetariano, principalmente o vegano, pode desenvolver doenças relacionadas com a falta da vitamina B12 (neuropatias e anemias), mas que são facilmente corrigidas com uma suplementação adequada.

Que doenças o vegetarianismo pode evitar?
Estudo realizado na Inglaterra com 4 mil homens e mulheres, comparando o consumo de carne e a obesidade entre onívoros, onívoros que consumiam apenas peixe, ovolactovegetarianos e veganos, concluiu que o IMC foi maior nos onívoros e menor nos veganos. Sendo que os menores valores foram encontrados nos ovolactovegetarianos e veganos que adotaram a dieta por um período maior do que 5 anos.

Uma análise de 5 estudos prospectivos envolvendo mais de 76 mil pessoas mostrou que a morte por doenças isquêmicas do coração foi 31% menor entre homens vegetarianos e 20% menor entre mulheres vegetarianas, quando comparados com não vegetarianos.

As mortes por doenças cardiovasculares também foram menores entre os vegetarianos quando comparado com aqueles que consomem apenas carne de peixe e aqueles que comem carne menos de uma vez por semana.

Uma revisão de 9 estudos achou que, em comparação com não vegetarianos, o colesterol de ovolactovegetarianos e veganos tinha níveis sanguíneos 14% e 35% menores.

Diversos estudos indicam que vegetarianos têm menor pressão arterial (sistólica e diastólica), que costuma ser de 5 a 10 mm Hg (mercúrio) inferior à de não vegetarianos. Além disso, vegetarianos sofrem menos de hipertensão do que não vegetarianos.

Dietas vegetarianas podem ser seguidas por diabéticos, e algumas pesquisas sugerem que dietas baseadas em alimentos de origem vegetal reduzem o risco de diabetes do tipo 2.
O risco de vegetarianos apresentarem diabetes é 50% menor do que os não vegetarianos.

De um modo geral, vegetarianos apresentam menores taxas de todos os tipos de câncer do que a população como um todo.

Um estudo com a população adventista que controlou a idade, sexo e tabagismo achou diferenças significativas entre vegetarianos e não vegetarianos para câncer de próstata e cólon, com redução de 54% e 88% respectivamente para aqueles que seguiam uma dieta vegetariana.

Dr. Eduardo Fraccarolli Buriola é nutricionista, vegetariano (vegano) há mais de 5 anos, atua como conselheiro nacional da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), é membro da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) e filiado ao movimento Slow Food. É proprietário da Emporium Alimente e atende em consultório clínico. Durante sua vida acadêmica foi monitor de disciplinas, desenvolveu projeto no laboratório da ESALQ-USP e representou o centro acadêmico. Além desses, frequentou inúmeros congressos, participou de cursos específicos às áreas de interesse, ministrou palestras e apresentou trabalhos em mostras acadêmicas. O vegetarianismo entrou em sua vida em 2003, quando se interessou por uma alimentação mais saudável, ética e sustentável. E desde então desenvolveu e participou de cursos de culinária, ministrou palestras, apresentou vídeo em diversos locais, realizou festas vegetarianas, representou grupos e se envolveu com diversas atividades vinculadas com o vegetarianismo.

Fonte

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Uma verdade Mais que Inconveniente

Uma verdade mais que inconveniente (Meat the true) é um documentário feito pelo "Partido dos Animais" da Holanda. É a resposta ao "Uma verdade Inconveniente" do Prêmio Nobel da Paz 2007 Al Gore, que trata de algumas das causas do aquecimento global, poluição e males afins, mas deixa a questão da pecuária de lado (por motivos politicos). A pecuária é a maior responsável pelo efeito estufa. Acha isso loucura? então Assista!

Video interessante, que inclusive já foi exibido no Centur pelo ativista Rafael Lanoa.

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Europa proíbe comercialização de produtos feitos de focas

O Parlamento Europeu hoje decidiu vetar a comercialização de produtos feitos de foca, anunciou em comunicado oficial a Humane Society of the United States, uma das maiores organizações trabalhando pelo fim da matança anual de bebê-focas no Canadá no fim do inverno.

O voto significa que todos as instituições da União Européia - a Comissão, o Conselho e o Parlamento - concordam com a medida e tais produtos não podem ser comercializados em nenhuma parte da União.


A Europa é o principal mercado de produtos de focas canadenses e muitos acreditam que a medida possa marcar o início do fim da matança.

"Fechar mercados salva vidas de focas" disse a organização. "Somente o prospecto de uma proibição na União Européia bastou para abaixar os preços para menos de 15 dólares canadenses por pele esse ano - um declínio de 86 per cento desde 2006. Como resultado, muitos mercadores preferiram não caçar focas esses anos e até agora, de uma cota de 338.200 focas, apenas 57.622 foram mortas. É provável que quando a temporada oficial terminar no dia 15 de maio, mais de um quarto de um milhão de focas tenham sido poupadas de uma morte terrível. Com a proibição européia, muitas outras focas poderão viver em paz pelo resto desse ano."

A organização ressalta que apesar dessa vitória, é importante continuar pressionando o governo canadense, boicotando seus produtos e fazendo lobby em outros países, já que existe o risco de desenvolvimento de novos mercados.

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Marcha dos Vegetarianos no FSM 2009 (2)

O VEM e os ativistas na marcha pró-vegetarianismo no Fórum Social Mundial 2009. Vídeo antigo, mas que ainda não havia sido postado por aqui.

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A gripe suína e o monstruoso poder da indústria pecuária

*por Mike Davis.
Artigo [The swine flu crisis lays bare the meat industry's monstrous power] publicado originalmente no The Guardian (27/04/2009). Publicado também, em espanhol, no Sin Permiso.



"Em 1965, havia nos EUA 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos debilitados. Cientistas advertem sobre o perigo das granjas industriais: a contínua circulação de vírus nestes ambientes aumenta as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos. A análise é de Mike Davis.

A gripe suína mexicana, uma quimera genética provavelmente concebido na lama fecal de um criadouro industrial, ameaça subitamente o mundo inteiro com uma febre. Os brotos na América do Norte revelam uma infecção que está viajando já em maior velocidade do que aquela que viajou a última cepa pandêmica oficial, a gripe de Hong Kong, em 1968.

O que provocou tal aceleração na evolução da gripe suína: Há muito que os estudiosos dos vírus estão convencidos que o sistema de agricultura intensiva da China meridional é o principal vetor da mutação gripal: tanto da “deriva” estacional como do episódico intercâmbio genômico. Mas a industrialização empresarial da produção pecuária rompeu o monopólio natural da China na evolução da gripe. O setor pecuário transformou-se nas últimas décadas em algo que se parece mais com a indústria petroquímica do que com a feliz granja familiar pintada nos livros escolares.

Trata-se de uma indústria muito globalizada e com influências políticas. Assim como a gigante avícola Charoen Pokphand, sediada em Bangkok, foi capaz de desbaratar as investigações sobre seu papel na propagação da gripe aviária no sudeste asiático, o mais provável é que a epidemiologia forense do vírus da gripe suína bata de frente contra a pétrea muralha da indústria do porco.

Isso não quer dizer que nunca será encontrada uma acusadora pistola fumegante: já corre o rumor na imprensa mexicana de um epicentro da gripe situado em torno de uma gigantesca filial da Smithfield no estado de Vera Cruz. Mas o mais importante – sobretudo pela persistente ameaça do vírus H5N1 – é a floresta, não as árvores: a fracassada estratégia antipandêmica da OMS, a progressiva deterioração da saúde pública mundial, a mordaça aplicada pelas grandes transnacionais farmacêuticas a medicamentos vitais e a catástrofe planetária que é uma produção pecuária industrializada e ecologicamente bagunçada."


Leia na íntegra em EcoDebate.

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Arnaldo Jabor fala sobre Carne e Meio Ambiente

O comentário foi publicado na rádio CBN no dia 12/02.

Importante perceber como este tema vem ganhando destaque, e cada vez mais formadores de opinião estão se posicionando contra a industria da carne e incentivando o vegetarianismo. É isso aí!

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Projeto de lei visa descriminalizar maus-tratos a animais

Tramita no Congresso Nacional o projeto de lei número 4548/98 que está apensado ao projeto de lei número 3981/00 e que propõe que seja removida do artigo 32 da lei federal número 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) a criminalização de atos de maus-tratos a animais domésticos ou domesticados.

Há mais de 10 anos, esse é o principal recurso legal que garante a punição de pessoas que cometem atos de maus-tratos contra animais. A aprovação desse novo projeto de lei implicaria na remoção da caracterização de crime para aqueles que maltratam animais, basicamente denotando tal comportamento como aceitável.

Acompanhe o andamento da campanha acessando: http://veddasartigo32.blogspot.com/

Manifeste-se nessa campanha que o VEDDAS inicia agora assinando o abaixo-assinado que será entregue ao Congresso Nacional e será usado na campanha em conjunto com outras ações.


A petição preparada pelo VEDDAS está disponível em:
http://www.petitiononline.com/artigo32/petition.html

Assine aqui: http://www.petitiononline.com/artigo32/petition.html
VEDDAS – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade
www.veddas.org.br
veddas@veddas.org.br



Fonte: http://veddasartigo32.blogspot.com/

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Wake up!

Curta-metragem Acorde



Clique aqui para baixar.

Fonte: Vista-se

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SAC Vegano


Tá, virei vegetariana. Mas basta somente parar de comer? E a roupa que eu visto? E o creme que eu uso?
Será que esses produtos que usamos no cotidiano não contribuem para essa indústria da matança?
Para acabar com essas dúvidas, um grupo de vegetarianos criou o site SAC Vegano, baseado na comunidade do Orkut de mesmo nome.

Com "a finalidade de entrar em contato com o Sac de diversas empresas e relacionar quais teriam ou não produtos livres de ingredientes de origem animal, bem como relacionar as marcas testadas em animais". O site ainda tem poucas informações, mas com a ajuda de todos, logo se tornará referência em informações sobre a origem dos produtos de várias marcas.

Acesse: www.sacvegano.com.br

Porque não basta parar de comer, tem que tirar do dia-a-dia.

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Sexta-feira santa?

Que sexta-feira santa é essa?

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Incêndio na Perdigão foi ato de sabotagem


Grupos de defesa dos direitos animais receberam há algumas horas uma mensagem enviada por pessoas que assumiram autoria do sinistro ocorrido em Goiás. Supostamente, seriam eles componentes da da ALF - Frente da Libertação Animal. Segundo o comunicado do grupo, a ação foi atrasada em um dia, já que estaria originalmente programada para acontecer em 20 de março - o “dia mundial sem carne.” O texto sugere um incidente com uma fritadeira, fato que teria obrigado os integrantes a adiarem a ação para o dia 21. Durante o incêndio, ninguém se feriu. Comunicou a ALF que “Depois de mais de um ano de estudo e planejamento e algumas semanas sobrevivendo à dura realidade em se estar presente em um local degradante como é o ambiente de um frigorífico que mata 500 mil aves por dia, atingimos o nosso objetivo. O furto diário de 500 mil vidas, roubadas como conseqüência da ganância empresarial e da ignorância dos consumidores, terá uma pausa, ainda que momentaneamente.” As ações da ALF visam sempre à destruição do patrimônio de empresas e indivíduos que lucram a partir do sofrimento dos animais. Há alguns anos, passou-se a explorar uma possível ligação entre o PETA, grupo mundialmente conhecido e apoiado por diversas celebridades em Hollywod, e a ALF. A especulação leva em conta os inúmeros materiais que o PETA já angariou para a produção de vídeos que relatam a exploração dos animais, e que supostamente adviriam de integrantes da ALF. A correspondência termina com uma exortação: “Hoje e sempre, lutaremos até que todos vivam em liberdade”. Por razões óbvias, os membros desse grupo permanecem no anonimato e agem isoladamente em vários locais do mundo.

Fonte: http://ddapelotas.blogspot.com

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Canadá inicia a temporada de caça as focas


A temporada de caça as focas é um período em que focas ainda filhotes são mortas para a produção de casacos de peles, devido ser esta a faixa etária ideal para a retirada da pele. A autorização para inicio da temporada se refere à caça de 280 mil focas, sendo assim, 5 mil a mais em relação ao ano passado.

Mesmo com vários protestos mundiais, inclusive cogitando o embargo às Olimpíadas de Inverno que ocorrerão no Canadá em 2010, eles não se importaram muito e continuam apoiando esta carnificina.


O pais já é criticado por todo o mundo, pois nos países que possuem o período de caça as focas, nenhum chega nem perto do numero de focas que são mortas no Canadá.


Assine a petição contra essa industria cruel e mesquinha que sacrifica a vida de milhões de animais para se sentir mais elegante.

Assine aqui.

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Vários grupos protestaram nos ultimos dias contra esse festival da industria de peles.

Protesto do Peta, realizado em 31 de março:




Protesto do grupo Equanimal, realizado em 15 de março:

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Fonte: Cronicato

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Picnic Vegetariano


No dia 22 de março, domingo, o grupo VEM (Vegetarianos em Movimento) realizou atividades em comemoração ao Dia Mundial Sem Carne.
A programação iniciou às 9h com um picnic, com distribuição e venda de soyburguer (hambúrguer de soja) e sucos na Praça da República em Belém do Pará.
A praça no domingo é um ponto de encontro de todas as tribos, acontecem muitas programações culturais, e foi escolhida para o evento justamente por ser um lugar bem movimentado.
Seja tocando instrumentos musicais, cantando, dançando ao som de frases como “Pra ter carne no seu prato a Amazônia vira pasto - Tire a carne, tire a carne, tire a carne do seu prato - não seja incensato” e vendendo camisas, bottons e adesivos, o VEM realizou um evento divertido e de sucesso, que nem a chuva (comuns nesta época do ano) conseguiu estragar! Várias pessoas se mobilizaram a favor da causa animal e na conscientização das pessoas que passaram pelo local.
Ouve também intervenções, e a que mais chamou a atenção foi uma ativista vestida de morte, simbolizando aquilo que cada um se torna ao comer carne. O evento acabou aproximadamente 15h e fomentou bastante a discussão sobre o direito animal.
O mais interessante desses encontros é a troca de experiências, e sem dúvida o grupo conseguiu despertar o interesse de muitas pessoas, auxiliando até na doação de alguns animais que estavam abandonados.

Além do blog, o VEM já conta com um perfil no orkut, que mantêm todos informados sobre importantes noticias e sobre a agenda de programação do grupo.
Acesse: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=11314044911971044411

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VEM é destaque na Revista dos Vegetarianos


Neste mês de março a Revista dos Vegetarianos deu destaque para os acontecimentos do Fórum Social Mundial 2009, e colocou em evidência os grupos ativistas presentes, e entre eles o VEM, que trabalhou “conscientizando as pessoas em defesa dos animais, da Amazônia e da vida”.

Citaram o trabalho realizado: como a panfletagem, a exibição de documentários, venda de artigos vegetarianos, a passeata vegetariana, e a reunião na qual ficou decidida a criação da “rede de vegetarianos pela Internet, com o objetivo de articulação e troca de experiências”.

A reportagem está bem elaborada e mostra algumas fotos do VEM no FSM.


Corram pras bancas, a matéria está muito boa!


Matéria: Página 1 e Página 2


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Dia Mundial da Água


A Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a resolução A/RES/47/193 de 22 de dezembro de 1992 (p. 22/02/93), através da qual 22 de março de cada ano seria declarado Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 93, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (sobre recursos hídricos) da Agenda 21. E através da Lei n.º 10.670, de 14 de maio de 2003, o Congresso Nacional Brasileiro instituiu o Dia Nacional da Água na mesma data.

O Dia Mundial da Água 2009, que se celebrará este ano no domingo, 22 de março, enfatizará as questões relacionadas às águas compartilhadas entre nações.
Lembrando que neste dia (hoje), o VEM realizará o Picnic Vegetariano à partir das 9h na Praça da República.

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É Hoje!


O Dia Mundial Sem Carne, (Meat Out Day), surgiu em 1985 e é a maior campanha de educação para uma dieta vegetal e ao mesmo tempo em favor dos animais que só tem a ganhar com isso. Sendo assim, nada melhor para todas as entidades e meios que defendem os animais divulgar e participar ativamente dessa campanha. Quanto menor for o consumo de carne, mais animais são salvos.

Propósitos
Esse dia é um evento internacional promovido por FARM (Farm Animal Reform Movement) que tem como objetivo esclarecer e ajudar todas as pessoas no sentido de praticarem uma dieta benéfica para o organismo e sem crueldade e violência contra os animais. Diante de uma idéia tão humanitária e ao mesmo tempo que só trás benefícios para o praticante, o movimento tem alcançado um crescimento explosivo desde seu início e é hoje uma grande campanha educativa.
Na verdade, a cada ano uma quantidade muito grande de pessoas se tornam vegetarianos e se interessam cada vez mais pela dieta vegetariana, por um lado, movidos pelos ótimos benefícios que ela trás, por outro um pensamento puramente ligado à ética que é a questão da defesa dos animais. Não é sem razão que diversas organizações de promoção de saúde, como a Sociedade Americana do Câncer, o Instituto Nacional do Câncer (Estados Unidos), a Universidade John Hopkins e a Associação Americana do Coração tem suas próprias campanhas para promover e incentivar uma dieta vegetal.

AnimaNaturalis e Jornal Defesa dos Animais
Jornal Defesa dos Animais está uma vez mais trazendo para a língua portuguesa uma das grandes campanhas de AnimaNaturalis, pois não poderia ser de outra forma já que nosso objetivo é a defesa dos animais. Assim, eis o texto de promoção da campanha organizado por AnimaNaturalis:

Por que "Dia Sem Carne?"
Porque reduz o risco de ataques cardíacos, câncer e outras enfermidades degenerativas e crônicas, que anualmente matam a 1.4 milhões de norte americanos e muitos milhões de pessoas em todo o mundo.
Porque decresce a exposição a infecções como a Salmonella e o E-coli, que causa enfermidade a milhões de pessoas anualmente em todo o mundo.
Porque eleva nosso nível energético, diminui a quantidade de alimentação e simplifica a preparação e limpeza dos alimentos.
Porque aumenta a quantidade disponível de grãos, cereais e legumes para consumo humano, pois os animais são ineficientes na hora de converter energia em proteína.
Porque preserva o solo, as águas subterrâneas, os bosques e outras formas de vida selvagens pois não se arrasa com o terreno para converte-lo em pasto animal.
Porque protege o solo, a água e outras fontes vitais para a sobrevivência de nossos filhos e e seus filhos.
Porque protege o solo, a água e o ar da contaminação por metano, urina, fezes, hormônios e pesticidas.
Porque salva animais das jaulas, confinamento, privações, maus tratos, golpes, mutilações e uma torturante vida e morte. Cada pessoa que adota uma dieta baseada em vegetais, salva a vida de 95 animais cada ano. No período de sua vida uma pessoa pode salvar mais de 6.000 animais, só tornando-se vegetariana.(Fonte: AnimaNaturalis)

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Dia Mundial Sem Carne


Dia 20 de março é o Dia Mundial Sem Carne, porém, vamos comemorar no dia 22.
Estamos organizando um evento bem legal e com muita comida gostosa!!!
Quem quiser ajudar na construção do evento, seja na performance teatral, tocando algum instrumento ou levando alimento é só ligar pra Karla (3243-8620 e 9101-9198) ou pra Hamanda (8196-8076).
E quem quiser ir só comer, também pode, todos são bem vindos.

Até lá.

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Lei Pretende Ampliar os Direitos do Consumidor

Numa sexta-feira, 6 de fevereiro foi apresentado pelo senador Expedito Jr. (PR-RO) o primeiro projeto de lei do Senado de 2009 que prevê a ampliação dos direitos dos consumidores. De acordo com o texto, os fabricantes de peças de vestuário e produtos alimentícios ficam obrigados a identificar, em etiquetas e embalagens, os componentes de origem animal utilizados no produto.

Segundo o senador, para o consumidor exercer seu direito de escolha é necessário que se conheça a composição completa dos produtos. A legislação em vigor preocupa-se apenas com aspectos relevantes do ponto de vista nutricional e sanitário e deixa de lado detalhes que podem afetar na decisão de clientes e isso precisa mudar.

Para assinar a petição on-line a favor do projeto: http://www.vista-se.com.br/expedito

Mais infos:
Site do Expedito Jr.
E-mail: expedito.junior@senador.gov.br
Iara Guimarães Altafin / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Veja no site do senado
Texto completo do Projeto de Lei (PL), veja aqui o PDF direto no site do senado

Fonte: Vista-se

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Terráqueos

Terráqueos (Earthlings) é um documentário de que se tornou referência internacional quando se fala de documentários sobre a exploração animal, o filme não é nacional, mas a versão é legendada. Consideramos um dos mais completos por abordar a nossa dependência animal nos mais variados meios, não só na alimentação. Provocador, informativo e de linguagem acessível, é um documentário que todos devem assistir.

"Se eu pudesse fazer com que todos no mundo vissem um filme, eu os faria ver TERRÁQUEOS".
Peter Singer, autor do livro Libertação Animal


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A carne é fraca

O documentário A carne é Fraca, produzido pelo Institudo Nina Rosa, é nacional, porém com repercussão internacional. Feito em quatro idiomas - português, francês, inglês e espanhol – o filme que conta toda a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro.
Dando enfoque também nos impactos ambientais, Nina Jacob (Presidente do Instituto Nina Rosa) define este trabalho como um direito do consumidor, que ainda acredita que o gado é criado livre nos pastos e não causam danos ambientais.

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