BICICLETADA BELÉM

post by Karla Ataíde


Neste sábado, dia 27 de junho, a BICICLETADA BELÉM vem com tudo, reunindo mais de 25 pessoas com a concentração às 15:30 no mercado de São Brás. Esta bicicletada, contou com a participação da VEM, Vegetarianos em Movimento, grupo ambientalista, sendo de extrema importância esse tipo de parceria, já que para os ambientalista praticantes do ecovegetarianismo, não basta apenas o não consumo de carne, a coerência ambiental transcende todos os aspectos da vida prática. As ações por um mundo melhor, devem ser conjuntas .E andar de bicicleta é um grande passo nesse contexto, bem como o não consumo de carne ou a diminuição do consumo.

Os cicloativistas começaram a chagar a partir de 15:30 no Mercado de São Brás, onde reuniu aproximadamente 25 pessoas, numero suficiente para formar a Massa Critica necessária. Na concentração foram distribuídos informativos, adesivos e placas para as bikes, e o artista Murilo Rodrigues compartilhou conosco seu projeto "DESLOCAMENTOS", selecionado para realização no Espaço Cultural Banco da Amazônia, como sempre, todos fizeram novos amigos, trocaram email, e números de telefone. As 17 h, quando não faltava mais ninguém, resolvemos dar inicio à bicicletada. Foi discutido o trajeto e foram dadas algumas instruções pelos veteranos. Todos muito felizes seguiram pela José Bonifácio, Duque, Dr. Freitas, Pedro Miranda, Praça Brasil, Senador lemos, Doca, Presidente Vargas, Nazaré, Magalhães Barata e Mercado de São Brás.

No trajeto foram cartadas algumas marchas e gritos de guerra, como a marcha: "O dinheiro do meu pai não é capim, eu ando de bicicleta sim 2x; Eu ando 2x Eu ando de Bicicleta sim"; adaptada do movimento estudantil, que deveria sem duvida lutar por ciclovias e melhores condições de trafego de bicicleta, não apenas por passe livre; outras muito cantadas foram "Se você não é pateta, ande de bicicleta"; "Menos gasolina, mais adrenalina", entre outras.

Nossa biclicletada provocou muitas reações nas pessoas e nos motoristas, algumas pessoas faziam sinal de positivo com a mão e davam um belo sorriso; outras fechavam seus vidros de carro; outras pediam informações, de como poderiam participar; outras pessoas saiam de suas casas pra ver a Massa passando; mas como nem tudo é só flores, ocorreram alguns incidentes, quanto a receptividade das pessoas. Pois, como toda bicicletada, protestamos contra o excesso de carros nas cidades, a mentalidade consumista da sociedade atual e lutamos por melhores condições para os ciclistas, e isso incomoda muitas pessoas, algumas simplesmente respeitam nossa atitude apesar de se sentiram incomodadas, outras buzinam nos seus carros como uma forma de protesto, outras aceleram os motores de seus carros, como se pudessem dizer que são melhores que nós e outras, mais radicais, jogam o carro para cima dos cicloativistas para assustar ou mostrar seu desrespeito. Tudo muito normal, para uma sociedade que tem medo de mudanças e não consegue abrir mão da vaidade de andar de carro, devem se acham pessoas melhores porque estão neles, porém sem generalizações, só para aqueles que demonstraram seu desrespeito por nós. Essas pessoas deveriam saber que lutamos por um mundo melhor, mundo que eles também vivem. Logo, não deveriam jogar pedra em atitudes como a bicicletada.

Chegamos às 19:40 ao Mercado de São Brás, foram ditas algumas palavras, pousamos para uma bela foto, todos se despediram e seguiram para suas casas.

A bicicletada, ocorre sempre no último sábado de cada mês, com concentração às 15:30 no Mercado de São Brás.

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Porque?


"Costumo perguntar às pessoas por que elas têm cabeças de veados na parede. Elas sempre dizem que é porque é um belo animal. Bom, eu acho minha mãe muito bonita, mas apenas tenho fotografias dela."

Ellen DeGeneres, atriz.

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Explosão: só se for de alegria!



"Você tem consciência que ao soltar rojões, bombas e fogos de artifício, aterroriza cães, gatos e outros animais? Eles tem a audição hipersensível e ficam extremamente desorientados com a explosão que esses artefatos produzem.

Muitos deles fogem de seus lares, tentando escapar do barulho e acabam perdidos, feridos e até mesmo morrem devido a atropelamentos e acidentes.

Aproveite as festas juninas para expressar também compaixão e solidariedade pelos animais."

Anúncio veiculado na Revista dos Vegetarianos no mês de Junho.

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Carne, pra que te quero?

"Estamos churrascando o planeta. Esse é o alerta de muitos ambientalistas que propõem a eliminação ou, ao menos, a redução no consumo de carnes nas refeições. A idéia está muito bem exposta nessa notícia da Exame na qual o ex-beatle, Paul McCartney, ativista dessas causas, diz para que as pessoas deixem de consumir bifes às segundas-feiras. Seria o fim do Virado à Paulista nos botecos???

Se a idéia ganhar sustância, sim."

Esse é um trecho de um texto escrito no blog Techboogie, por um onívoro. Sim, ele come carne, mas pelo visto está repensando e nos convidando a repensar esse hábito em virtude da força das ações ambientalistas. Ou será que ele está com medo de perder o churrasquinho do domingo? A conclusão fica com vocês, vale a pena ler.

Leia o texto completo aqui.

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Quercus

A ONG Quercus produziu ótimos videos abordando o tema aquecimento global. São curtos e valem a pena assistir.


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Big arrependimento

"Eu fiz lavagem em crianças, induzindo-as fazer o que é errado. Quero pedir desculpas por ter promovido uma empresa que fatura milhões matando animais".

Geoffrey Guiliano, o ator principal do personagem Ronald MacDonald, nos anos 80, quando pediu demissão e se desculpou publicamente.

Veja mais frases e imagens aqui.

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O pecado da carne

artigo de Tomás Togni Tarquínio, antropólogo e ambientalista.
originalmente publicado no Jornal de Brasília.


No registro sagrado, seria questão de tratar do pecado da luxúria, mas como o registro é profano, o problema é a gula. Rajendra Pachauri, Prêmio Nobel e presidente do Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC), tem razão ao dizer que devemos comer menos carne bovina para conter as modificações climáticas. A criação de animais confinados, junto com as queimadas, são os principais responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa pro-duzidas pelo setor primário. O consumo mundial de carnes passou de 145 milhões de toneladas em 1990 para 272 milhões em 2007. Praticamente dobrou em 15 anos.

A criação intensiva de animais depende da agricultura para alimentar os rebanhos. Essa agricultura, que segue os padrões da revolução verde, é voraz consumidora de matérias e energia, sob a forma de adubos, máquinas, equipamentos e outros insumos. A criação intensiva também exige muito espaço, não para os animais confinados, mas para cultivar os grãos, cereais e forragens que os alimentam. Um terço da superfície agrícola útil do planeta está ocupado por culturas destinadas à alimentação de animais confinados. Mas a Ciência Ecológica nos ensina que os animais, particularmente os mamíferos, são péssimos transformadores de produção primária (vegetal) em produção secundária (animal).

Em outros termos, para se obter um quilo de carne a vaca é preciso alimentá-la com dez quilos de vegetais (matéria seca). Ora, no caso da pecuária intensiva, um quilo de boi é feito com oito quilos de grãos (soja, trigo, milho) e com mais dois quilos de forragens (afinal trata-se de um herbívoro e não de um granívoro ou carnívoro). Além do mais, essas culturas de grãos são exigentes em água. A produção de um quilo de trigo necessita, pelo menos, mil litros de água, ou seja, um quilo de boi alimentado com rações a base de cereais consome, direta ou indiretamente, algo em torno de 10 mil litros de água. Quanto às emissões de CO2, a produção de quilo de carne de boi confinado emite, aproximadamente, 25 quilos de equivalente CO2. Emite a mesma quantidade de gases de efeito estufa do que um carro ao percorrer cem quilômetros.

Por essa razão, alimentar animais com cereais e outros grãos, em vez de capim, que não concorre com cardápio humano, é uma aberração ecológica, e cujos danos ambientais, que ainda não se refletem sobre os preços, já pairam no ar.

Devastamos nossos cerrados e florestas para produzir soja que, ao final, somente 10% será transformada em carne, leite e derivados na Europa e Ásia. Os 90% restantes são dissipados em calor e transformados em um caríssimo estrume. Enquanto que o planeta abriga um bilhão de pessoas subnutridas. A resposta para esse sistema de produção e consumo predatório e desigual somente poderá surgir da Ecologia Política, que no Brasil, infelizmente, ainda é vista como um simples problema de bagres.


Fonte.

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Redes varejistas suspendem compra de carne de áreas devastadas da Amazônia


Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart suspenderam a compra de carnes de 11 frigoríficos apontados pelo MPF (Ministério Público Federal) do Pará como comercializadores de gado criado em área de devastação da Amazônia. Entre eles estão alguns dos maiores frigoríficos do país, como Bertin e Minerva.

Os supermercados resolveram tomar a atitude em conjunto, após a denúncia do MPF e da ONG Greenpeace. Segundo as redes varejistas, a iniciativa inclui a notificação dos frigoríficos, a suspensão de compras das fazendas denunciadas e exigências de guias de trânsito animal anexadas às notas fiscais dos frigoríficos. Matéria de Cristiane Barbieri, da Folha de S.Paulo.

“Como medida adicional, as três redes solicitarão, ainda, um plano de auditoria independente e de reconhecimento internacional que assegure que os produtos que comercializam não são procedentes de áreas de devastação da Amazônia”, afirmaram em comunicado, assinado em conjunto com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

No início do mês, o MPF ajuizou 21 ações civis públicas pedindo indenização de R$ 2,1 bilhões de pecuaristas e frigoríficos que comercializaram animais criados em fazendas desmatadas ilegalmente. Após isso, foram enviadas notificações a 69 empresas que compram insumos dessas áreas da região amazônica.

Leia o artigo completo aqui.

Finalmente é tomada alguma atitude sobre os impactos ambientais da pecuaria. Claro que essa ainda não é a melhor atitude, mas já é alguma coisa, não?!

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Bastidores da aprovação do projeto de lei que proíbe o uso de animais em circos

Por George Guimarães

Escrevemos mais uma importante página de um dos capítulos da defesa animal no país. Na manhã do dia 3 de junho, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade o Substitutivo do Projeto de Lei 7.291/2006, que proíbe o uso de animais em circos em todo o território nacional. Refiro-me a essa vitória como apenas uma das páginas de um dos muitos capítulos porque esse Projeto de Lei ainda está longe de ser aprovado, pois ainda terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados e possivelmente pelo Plenário, seguindo depois para o Senado, onde passará por novas comissões. Ainda assim, a vitória de hoje na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, onde o projeto esteve tramitando por longos dois anos e meio e com isso causando grande apreensão, é certamente um momento determinante.

Leia a notícia completa aqui.

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