SEMANA VEGETARIANA DE BELÉM

VEM conhecer o vegetarianismo! DIA 3 e 4 de Outubro de 2009


PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA DE DOCUMENTÁRIOS

  • Documentário: "A carne é fraca"
    Saiba os impactos do ato de comer carnes para a sua saúde, para os animais e para o planeta.
    Sábado, dia 03/10, às 15h30 - no Memorial dos Povos

  • Documentário: “Olhe nos Olhos”
    Trata da destruição dos ecossistemas, Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, e dos impactos dos alimentos a base de carnes em nossa saúde.
    Sábado, dia 03/10, às 17h30 - no Memorial dos Povos

  • Encontro Vegetariano na Praça da República
    Na Barraca do VEM, na praça da República, na osvaldo cruz em frente a Rua Frei Gil.
    Domingo, dia 04/10, a partir das 9h00



Informação: 91019198 (karla)/ 8134-5072 (Flávio)/ 8148-9056
Email:
vem.amazonia@gmail.com

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Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais


Os Recifes de Coral, um dos ecossistemas mais frágeis e ameaçados do planeta, vêm recebendo atenção especial do Governo Federal. Diversas ações e projetos são desenvolvidos desde 2000, quando se iniciou o mapeamento dos recifes rasos do Brasil, como o Programa Nacional de Monitoramento dos Recifes de Coral, e ainda, projetos de conservação desses ecossistemas como o Projeto Recifes Costeiros e o Projeto Coral Vivo.

A Lei de Crimes Ambientais imputa uma pena de 1 a 3 anos de detenção a quem lança detritos, fundeia sobre ou explora sem a devida Licença Ambiental ou em desacordo com esta (Inciso II do Art. 33 da Lei Federal 9.605/98). Além da detenção, o infrator será multado em R$ 500,00 (quinhentos reais) a R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais), com acréscimo de R$ 20,00 (vinte reais) por quilo ou espécime do produto, conforme o Artigo 39 do Decreto Federal 6.514/2008.

No intuito de esclarecer melhor a sociedade sobre a importância desses ecossistemas e a disseminação de regras de conduta ao visitar esses ambientes, foi lançada em 2001 a Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente e que conta com diversos parceiros ao longo do litoral nordestino.

Veja detalhes da campanha no site: http://www.mma.gov.br


Fonte Ecodebate

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Barraca do VEM

vegetarianosemmovimento.gmail.com

BARRACA DO VEM

Informações sobre Direito Animal, Vegetarianismo e Veganismo;
Artigos vegetarianos como livro de receitas, camisas e botons;
Pratos Típicos e Lanches à moda Vegetariana.

Aos Domingos na Pça da República de 9h às 13h
Próximo ao Anfiteatro da Praça,
 de frete para a Rua Osvaldo Cruz.

 


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Dieta saudável e responsável ajuda o meio ambiente


Por Henrique Cortez, do Ecodebate.

Estudo constata que uma dieta saudável e um regresso à agricultura tradicional podem ajudar a reduzir o consumo de energia e de alimentos nos EUA.


Estima-se que 19 por cento do total da energia utilizada nos EUA é consumida na produção e distribuição de alimentos. A energia norte-americana é, majoritariamente, de origem fóssil, cada vez mais cara e escassa, além de ser a principal fonte de emissão de carbono nos Estados Unidos.

No estudo “Reducing energy inputs in the US food system“, publicado na revista Human Ecology, David Pimentel e seus colegas da Universidade de Cornell, em Nova York, apresentam uma série de estratégias que poderiam cortar o consumo de energia fóssil utilização na produção e distribuição de alimentos em 50%.

O primeiro argumento é que as pessoas comam menos, especialmente considerando que o americano médio consome um número estimado de 3747 calorias por dia, contra um consumo recomendado de 1200-1500 calorias. A alimentação do americano médio, é, tradicionalmente, baseada em dietas com quantidades elevadas de produtos de origem animal e de alimentos processados, que, pela sua natureza, utilizam mais energia do que a necessária para a produção de alimentos, como a batata, arroz, frutas e legumes.

Só pela redução de consumo de produtos de origem animal já teria um enorme impacto sobre o consumo de combustível, bem resultaria na melhora da sua saúde.
Outras economias são possíveis na produção de alimentos. Os autores sugerem que se produzam no sentido mais tradicional, a agricultura biológica ou agroecológica, métodos mais convencionais, que demandam menos energia. A seleção de culturas mais eficientes também reduziria a utilização de adubos e pesticidas, aumentando da utilização de estrume e observando as rotações de cultura, para a melhoria da eficiência energética.

Por último, as alterações dos métodos de processamento de alimentos, embalagem e distribuição também poderão ajudar a reduzir o consumo de combustível. Um produto processado, do campo ao consumo, percorre uma média de 2400 km antes de ser consumido.

Este estudo defende veementemente que o consumidor está na posição central para uma redução da utilização de energia. Como indivíduos, ao abraçar um estilo de vida “ecológico” , com a tomada de consciência das suas escolhas alimentares, podemos influenciar os recursos energéticos. Para isto basta comprar produtos locais e evitar alimentos processados, embalados e de qualidade nutricional inferior. Isto levaria a um ambiente mais limpo e a uma saúde melhor.

Estas concluões são verdadeiras para os EUA tanto quanto para o Brasil.

1. Pimentel D, Williamson S, Alexander C E, Gonzelez-Pagan O, Kontak C and Mulkey SE (2008). Reducing energy inputs in the US food system. Human Ecology: DOI 10.1007/s10745-008-9184-3.

Como informação complementar, destacamos que estas conclusões reforçam os conceitos mais recentes incorporados pela FAO à definição de segurança alimentar, neste caso entendida como “o estado existente quando todas as pessoas, em todos os momentos, têm acesso físico e econômico a uma alimentação que seja suficiente, segura, nutritiva e que atenda a necessidades nutricionais e preferências alimentares, de modo a propiciar vida ativa e saudável”.

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