Tragédias naturais causa danos também a animais abandonados e abrigos de animais

As catástrofes naturais que vem ocorrendo no sudeste brasileiro, não afligem só os seres humanos como infelizmente temos a tendência de imaginar, ao contrário do que muitos pensam os animais domesticados são os mais atingidos, pois vivendo ou não sob a proteção dos seres humanos eles não tem mecanismos para se defender sozinhos, como nós humanos temos.

Animais domesticados, vivem em extrema dependência humana, pois dependem de nós para comer, beber, para se abrigar, dependem de nossos remédios, e etc, inclusive aqueles animais que vivem abandonados nas ruas, pois estes dependem dos nossos restos de comida, do lixo que deixamos nas ruas, das poças de água parada, de abrigos construídos por humanos, como fachadas de casas, toldos, estabelecimentos comerciais e viadutos, logo é evidente que esses animais dependem diretamente de nós para sobreviver, visto que fomos nós que os tiramos da natureza e escolhemos domesticá-los, reduzindo de forma abrupta todos os seus mecanismos naturais de defesa e os deixando incapazes de sobreviver naturalmente.

Assim, quando ocorrem tragédias naturais como as que vem ocorrendo no cerrado carioca, em São Paulo e Minas gerais, os animais ficam totalmente sem defesas, muitos animais domésticos nessas situações de enchentes morrem afogados, pois seus tutores os deixam acorrentados e eles não podem se quer fugir, outros morrem soterrados e os que conseguem sobreviver de imediato dos acidentes naturais, acabam morrendo de fome, doenças ou vitimas de feridas causadas nesses acidentes, pois os governos negam-lhes assistência, e estes padecem diante da atual sociedade especista em que vivemos. O fato é que apesar de haver a tendência de qualificar os animais numa ordem de importância inferior aos humanos, jamais podemos ignorá-los, pois eles, assim como nós, também querem viver e evitam ao maximo o sofrimento, pois são sensíveis e inteligentes, capazes das mesmas atitudes que nós para sobreviver e proteger aqueles por quem tem afeto, e isso já está mais do que provado. Então porque lhes negar ajuda? Sabe-se que não são meros objetos e tem todas as necessidades vitais que nós? Não seria ignorância renegar suas qualidades de seres vivos? (Quem discordar, procure responder à essas questões mais intimamente, de forma livre de preconceitos)

 Assim como as pessoas humanas, os animais também precisam de ajuda:

Por enquanto, temos noticias de um abrigo de animais em Teresópolis que estão precisando de ajuda, provavelmente há outros, mas só soubemos deste, o ABRIGO DA SERRA:

Este abrigo teve o muro derrubado pela enchente e deixou alguns animais gravemente feridos, com cortes profundos e traumatismos, principalmente os animais mais velhos. Além disso, a cidade está sem comunicação, sem água e luz, e a responsável pelo abrigo, a Sra. Eliane está sozinha com os animais, ela conseguiu salvar alguns... Provavelmente estão precisando de água potável, ração e remédios, inclusive a Sra. Eliane.

Para  Ajuda:

Eliane T. M. Leão (21) 9533-2956
Banco do Brasil
Ag. 0741-2
Conta Corrente: 39911-6

Cristiane Gonçalves da Silva – Veterinária responsável – Clínica Meu Xodó (21) 2644-4253
Banco do Brasil
Ag. 0741-2
Conta Corrente: 33437-5

Quem tiver noticias de outras pessoas que estão trabalhando em prol dos animais, envie o link para que possamos publicar.
Esperamos todos aqueles que estão envolvidos com a ajuda e resgate das vitimas da catástrofe, tenham a iluminação de diminuir ao maximo o sofrimento de todos esses seres (pessoas e animais).


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Como tornar-se Vegetariano

Vegetarianismo é o hábito alimentar que faz uso de produtos e ingredientes exclusivamente de origem vegetal, com abstenção de todos os ingredientes de origem animal. A adoção do vegetarianismo pode ser vista por muitos como uma restrição alimentar ou uma inconveniência social. Essa visão, porém, é enganosa. A retirada de apenas alguns poucos itens da dieta (carnes, leite, ovos, mel, etc) apenas pode parecer uma restrição alimentar para populações que restringem sua alimentação a esses poucos itens.

Vegetarianos tendem a se alimentar com uma variedade maior de itens do que não-vegetarianos e isso por si torna o vegetarianismo uma dieta menos restritiva do que a dieta convencional. Por esse motivo enfatizamos que o vegetarianismo não significa apenas a exclusão da carne, do leite e dos ovos da dieta, mas significa também a inclusão de outros itens alimentares talvez ainda nem conhecidos.

Como fazer substituições ?

As primeiras perguntas que ocorrem a uma pessoa defrontada pela primeira vez com o vegetarianismo são “Como substituir a carne?”, “Como substituir os ovos?”, “Como substituir o leite?”

Faz-se necessário esclarecer que no campo nutricional essas substituições são absolutamente desnecessárias. Com exceção da vitamina B12, que pode ser fornecida na forma de suplementos ou de alimentos fortificados, não existem outros nutrientes que estejam presentes apenas em alimentos de origem animal e que não possam ser obtidos nos alimentos de origem vegetal. Portanto, quando falamos em substituições estamos falando pelo ponto de vista gastronômico.

A combinação de feijão com arroz e uma boa salada é perfeita para satisfazer as necessidades nutricionais dos brasileiros. Mas alimentação é mais do que nutrição, envolve hábitos, preferências e conveniência.

Pratos vegetarianos podem ser preparados com ingredientes pouco convencionais, seguindo combinações pouco usuais e preparações complexas, mas também podem ser preparados de forma simples, tradicional, utilizando ingredientes facilmente disponíveis. Essa é uma questão de disponibilidade e preferência pessoal.

Adaptando seu cardápio

Famílias onívoras tendem a utilizar não mais do que dez pratos que se repetem sucessivamente. A maioria desses pratos podem ser facilmente adaptados ao vegetarianismo; os que não podem ser adaptados podem ser substituídos por outros pratos.

Uma forma bastante fácil de se tornar vegetariano é analisar seu cardápio atual. Nesse ponto, algumas perguntas devem ser feitas. “Eu me alimento bem?”, “Meu cardápio é suficientemente variado?”, “Dos alimentos vegetais, quais são aqueles que mais me agradam?”.

Em segundo lugar faz-se necessário identificar quais alimentos consumidos atualmente já são vegetarianos: feijão, arroz, macarronada, salada, sopa... É possível que esses alimentos não sejam realmente vegetarianos, pois em muitas casas o feijão é preparado com bacon ou banha, ou a massa de macarrões pode ter ovos, mas isso pode ser facilmente adaptado ao vegetarianismo.

Por exemplo, o macarrão com ovos e molho de tomate com carne moída pode ser substituído por pasta de sêmola sem ovos com molho de tomate, cebola e salsa; o feijão pode ser preparado com óleo de soja...

Em terceiro lugar, pode-se criar a variedade dentro desses alimentos já consumidos, ou seja, pode-se enriquecer ainda mais a dieta. Assim, uma família que sempre consuma feijão carioca pode as vezes consumir outras leguminosas (outras variedades de feijão, lentilhas, grão-de-bico, favas, etc), o arroz as vezes pode ser preparado junto ou substituído por outros cereais (arroz selvagem, trigo sarraceno, quinua, etc), a macarronada pode ser preparada com carne de soja ou creme de leite de soja, o presunto e o queijo podem ser tirados das saladas, que podem receber outros ingredientes antes não utilizados (rúcula, acelga, couve, almeirão, escarola, rabanete, etc); a sopa pode receber novos temperos e ser enriquecida com cubos de tofu.

Em quarto lugar, a substituição efetiva dos alimentos de origem animal da dieta. A necessidade de “substituição” de carne, leite, ovos, mel, etc se dá mais em um contexto sensorial do que nutricional. Conforme explicado anteriormente, feijão, arroz e uma boa salada são suficientes para satisfazer a maior parte de nossas necessidades nutricionais.

Porém, por diferentes motivos, as pessoas não-vegetarianas associam que um prato sem carne, frango, peixe, omelete ou queijo é um prato deficiente, cuja carência necessita ser suplementada. Essa carência é apenas aparente, mas por motivos culturais parece importante que novos vegetarianos encontrem no mercado formas de amenizar essa sensação de carência.

Assim, pode-se encontrar no mercado substituintes da carne animal com qualidades sensoriais que se assemelham a elas em diferentes preparações. São essas as proteínas vegetais texturizadas (PVT), em geral obtidas da soja e do glúten de trigo. Há PVTs pré-preparadas para se assemelharem em gosto e textura a diferentes cortes de carne, frango e peixe.

Leites vegetais, igualmente, podem se assemelhar sensorialmente ao leite animal, especialmente em preparações onde não sejam consumidos puros. Leites podem ser obtidos da soja, de cereais como arroz, aveia e gergelim, de castanhas, de amêndoas, de sementes de girassol, etc. Em preparações como bolos pode-se utilizar o leite de coco ou mesmo água, o que não interfere no resultado final.

Os ovos, quando utilizados em preparações, tem o mero propósito de conferir liga às massas. Nas receitas que pedem um ou dois ovos, muitas vezes esses podem ser substituídos por duas colheres de sopa de água para cada ovo. Outra opção é utilizar uma ou duas colheres de sopa de óleo vegetal para cada ovo ou ainda entre 30 e 50 gramas de tofu para cada ovo.

Em receitas cujo propósito seja realizar uma mucilagem com ovos, como aquelas que utilizam claras, cada ovo deve ser substituído por uma colher de sopa cheia de sementes de linhaça trituradas com ½ xícara de café de água quente

Uma alternativa empregada, especialmente no caso de alimentos a serem fritos à milanesa, é passar o alimento a ser preparado em uma mistura contendo uma colher de sopa de farinha de soja ou farinha de milho adicionadas de duas colheres de água para cada ovo. Substitutos dos ovos de origem vegetal estão disponíveis no mercado, geralmente em formulações em pó.

Em quinto lugar, o novo vegetariano deve buscar por novas receitas que melhor se adequem às suas preferências pessoais. Há no mercado livros de receitas vegetarianas desenvolvidos para atender a todos os gostos: Pratos rápidos, regionais, internacionais, étnicos, voltados para dias de festa, feriados religiosos, doces, bolos, pizzas, etc. Igualmente, muitos sites disponibilizam receitas na internet. Recomenda-se que os iniciantes optem por livros e sites produzidos em seus países, atendendo às preferências, peculiaridades e à disponibilidade de ingredientes locais.

Alimentando-se na rua

Com frequência, o principal empecilho à adoção do vegetarianismo é a percepção de inconveniência em se alimentar fora de casa. Pessoas que almoçam regularmente fora de casa e que não dispõem de facilidade de frequentar restaurantes vegetarianos podem considerar impossível adotar esse hábito alimentar.

Na prática, porém, um vegetariano pode se alimentar bem mesmo quando se vê obrigado a comer fora de casa e não dispõe de restaurantes vegetarianos por perto. Isso é verdadeiro especialmente em restaurantes self-service, mas alguns cuidados devem ser tomados em relação à preparação de alimentos, se eles são preparados com banha ou óleo vegetal. Mesmo churrascarias dispõem de um bufê de saladas repleto de opções para vegetarianos, além de outras opções.

A possibilidade de comer carne, queijo e ovos parece alterar a percepção das pessoas para as possibilidade de não comê-los. Com frequência, pessoas que pegam esses itens em um restaurante deixam de perceber a existência de tantos outros que não contém ingredientes de origem animal.

Há muitos sites na internet que informam sobre a existência de restaurantes vegetarianos e amigáveis para vegetarianos disponíveis em cada localidade.

Certamente o vegetarianismo não é uma corrente dietética restritiva, pelo contrário, o vegetarianismo é uma corrente dietética cheia de possibilidades.

Fonte: Sociedade Vegana

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O que é Veganismo?

Veganismo é o modo de vida que busca eliminar toda e qualquer forma de exploração animal, não apenas na alimentação, como também no vestuário, no teste e na composição de produtos diversos, no trabalho, no entretenimento e no comércio; veganos opõem-se, obviamente, à caça e à pesca, ao uso de animais em rituais religiosos, bem como qualquer outro uso que se faça de animais.
Veganos são, portanto, vegetarianos que excluem animais e derivados não apenas de sua dieta, mas também de outros aspectos de suas vidas. Esse modo de vida fundamenta-se ideologicamente no respeito aos direitos animais e pode ser praticado por pessoas de qualquer credo, etnia, gênero ou preferência sexual. O veganismo não tem relação com crenças políticas nem com preferências musicais, nem deve ser associado a determinada cultura. Trata-se, portanto, de uma prática universal.

Como praticar o veganismo
Embora a abstenção de produtos e serviços derivados da exploração animal pareça resultar em um modo de vida bastante restritivo, a prática do veganismo é relativamente simples e fácil de praticar, em especialmente nos grandes centros urbanos.
Veganos são, primeiramente, vegetarianos. Isso significa que veganos jamais devem consumir alimentos que contenham a carne de nenhum animal (inclusive aves, peixes e invertebrados), ovos, leite, gelatina, mel, cochonilha, ou outros ingredientes derivados de animais.
A dificuldade maior em não consumir esses produtos encontra-se no fato de que a maior parte dos alimentos industrializados possui um mais desses produtos em sua composição. No entanto, é importante que alimentos que possuam tais ingredientes, ainda que em pequenas quantidades, sejam boicotados, optando-se por produtos que não contenham tais ingredientes em sua composição.

Muitos vegetarianos optam por não consumir alimentos industrializados para desta forma evitar o consumo de alimentos cuja composição não seja bem conhecida. Tal escolha é uma opção pessoal, não sendo tal prática inerente ao veganismo. Desde que isentos de ingredientes de origem animal, alimentos industrializados podem ser consumidos por vegetarianos.
Veganos devem, sempre que possível, evitar a utilização de produtos testados em animais ou que possuam ingredientes de origem animal em sua composição. A experimentação animal é uma das formas mais cruéis de exploração animal, estando no entanto bastante difundida em especial nos produtos farmacêuticos, cosméticos e de higiene. Há, porém, diversas marcas e linhas de produtos que não utilizam animais em sua composição e que não testam em animais.

Veganos também devem dar atenção ao vestuário. Sapatos e acessórios de couro, peles, seda, lã, penas e plumas são todos produtos oriundos da exploração animal. Há diversas opções no mercado que substituem com vantagens tais itens e não há como justificar a necessidade de continuar tal uso.
De igual maneira, veganos jamais devem entreter-se às custas de animais. Animais não estão nos zoológicos e aquários por opção; eles não realizam performances em circos porque assim o querem, nem pulam em rodeios porque consideram isso divertido. É óbvio que esses animais são coagidos a participar desses “espetáculos” torpes.
Não há como considerar touradas, corridas de animais, rinhas, vaquejadas, cavalhadas, a caça, a pesca e outras formas de tortura como sendo esportes ou manifestações culturais, são, isso sim, demonstrações grosseiras e cruéis da dominação humana sobre outras espécies. Embora veganos possam tutelar animais, deve haver toda uma ética em relação à aquisição dos mesmos. Animais jamais devem ser adquiridos mediante transação comercial, permuta ou escambo, nem devem provir de ninhadas produzidas intencionalmente com o objetivo de lhe providenciar filhotes. Salvo algumas exceções, veganos geralmente adotam animais abandonados, preferindo animais sem raça definida e com menores chances de serem adotados por outros tutores.
Veganos devem opor-se, igualmente, a todas as outras formas de exploração animal.

Os veganos são radicais?

Em um certo sentido todas as pessoas do mundo são radicais. A maioria de nós é radicalmente contra a violência, radicalmente contra o abuso infantil, a injustiça . . . Não há nada de errado em ser radical em questões que julgamos justas.
O contrário de ser radical é ser moderado. Mas será que é sempre certo sermos moderados? Que imagem devemos ter de uma pessoa que tenha uma visão permissiva em relação a questões como a escravidão, o estupro e tantas outras?
Sim, veganos são radicais porque não aceitam de forma alguma a exploração animal, assim como não aceitam de forma alguma a exploração humana. Não aceitar significa fazer algo a respeito, mesmo que isso signifique certo desconforto em relação ao modo de vida que estamos acostumados a ter.

De que forma o veganismo atua em defesa dos animais?
Todo sistema produtivo está sujeito às leis de mercado, inclusive os que envolvem a exploração animal. A cadeia produtiva que envolve a exploração animal inclui o produtor ou criador, o transportador, o processador ou abatedor, o distribuidor, o comerciante e o consumidor. Todos esses são elos importantes da cadeia de exploração animal e a falta de qualquer desses elos compromete todo o funcionamento do sistema.
Pode-se dizer que uma pessoa que participe dessa cadeia apenas como consumidor é tão responsável pela morte do animal como, por exemplo, o abatedor, pois se trata de um sistema de exploração cíclico e interdependente. Como em qualquer crime há a mão que desfere o golpe, mas tão responsáveis quanto é a mão que paga por isso. Se ninguém comprasse carne, leite e ovos não haveria quem os vendesse. Não haveria interesse por sua produção, transporte e comercialização.
A proposta principal do veganismo consiste em atuar como uma força de mercado. Veganos efetivamente impedem que mais animais continuem a ser explorados quando boicotam produtos de origem animal, que tenham sido testados em animais ou que de alguma forma derivem ou resultem de exploração animal.
E maior será essa força de mercado quanto maior seja o número de veganos efetivamente atuando nesse boicote. Por esse motivo a necessidade de divulgação do veganismo para o maior número de pessoas possível. O objetivo do veganismo é pôr fim à exploração animal.

O que eu posso fazer?
O primeiro passo para trilharmos o caminho do veganismo e dos direitos animais é tornarmos a nós mesmos veganos, adotando esse modo de vida. Em muitos lugares encontraremos pessoas que dizem respeitar os direitos animais, mas se elas mesmas não se tornaram veganas elas não podem dizer defender os direitos animais. O veganismo é o primeiro e não o último passo a ser dado.
Esse importante passo só pode ser dado concomitante com a educação. Apenas educando-nos podemos adotar um veganismo consciente. O veganismo sem consciência nada mais é do que uma fase efêmera da vida. A educação também propicia que nos pronunciemos com propriedade sobre determinado assunto.
O segundo passo é tornamo-nos difusores desse modo de vida. O veganismo deve ser sempre difundido por meio da educação e jamais por campanhas violentas, coercivas ou de mal gosto. As informações transmitidas ao público devem ser sempre confiáveis e bem fundamentadas, o veganismo deve ser algo atraente e não repulsivo, deve ser abrangente e não limitador.

Fonte: Sociedade Vegana

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